'BRASIL DEVE MUITO' Mendes critica Lula e alerta para risco de colapso econômico
O aumento no preço do diesel e a possibilidade de uma nova paralisação de caminhoneiros voltaram a acirrar o debate econômico no país e motivaram críticas do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), à condução fiscal da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quarta-feira (18). Segundo Mendes, o Brasil caminha para uma “grave crise financeira”, impulsionada por sucessivos déficits nas contas públicas.
“O Brasil caminha para uma grave crise financeira, eu tenho falado disso insistentemente nos últimos anos. As contas do governo federal estão muito mal. O governo federal tem dificuldade em gerar superávits, gerando déficit, ou seja, todo ano é como se uma empresa tivesse prejuízo, deve muito”, afirmou.
O governador disse ainda que o aumento da dívida pública, que já ultrapassa a casa dos trilhões, representa um cenário preocupante e, na avaliação dele, impagável.
“Toma dinheiro emprestado para pagar juros. É uma dívida muito grande e todos nós brasileiros estamos sofrendo na pele, com juros altos e tensão na economia que pode levar a um colapso”, declarou.
O aumento do diesel no Brasil é resultado, principalmente, da alta do preço do petróleo no mercado internacional aliada à valorização do dólar, o que encarece os custos de produção e importação do combustível. Além disso, ajustes feitos pela Petrobras para reduzir a defasagem em relação aos preços externos também contribuem para a elevação. Ao comentar medidas para tentar conter a alta dos combustíveis, como a possível suspensão de tributos federais, Mendes classificou a estratégia como arriscada.
“Nós não podemos fazer isso. O governo federal gera prejuízo e emite dívida, jogando o problema para frente para toda a população pagar”, disse Mendes sobre a possibilidade de suspensão de tributos.
Para o governador, a redução de arrecadação em um cenário já deficitário pode agravar ainda mais a situação fiscal do país, justamente em um momento de instabilidade que preocupa setores como o transporte de cargas.
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